Disciplinas do Semestre

QUADRO-DE-DISCIPLINAS-20202-atualizado-090920-edit

 

PSI02969 – T.E.P.S.I – Análise de dados, construção, adaptação e validação de instrumentos psicológicos com os softwares SPSS, AMOS, Factor e MPlus (parte II), José Hernandez

Ementa: A disciplina abordará de forma teórica e prática a estatística para a construção, adaptação e validação de instrumentos psicológicos. Análise Fatorial Exploratória. Análise Fatorial Hierárquica Exploratória. Análise de Equações Estruturais. Regressão Linear Múltipla Uni e Multivariada. Análise de Trajetória/Path Analysis. Análise Fatorial Confirmatória. Análise Fatorial Confirmatória Multigrupos.  Análise Diádica de Dados (The actor–partner interdependence model, Actor-Partner Interdependence Mediation Model ou Modelo de Traços Latentes. Serão utilizados os softwares SPSS, Factor, AMOS e MPlus.

Bibliografia:

Arbuckle, J. L. (2014). IBM SPSS AMOS 23.0. User’s Guide. Crawfordville, FL.

Byrne, B. M. (2016). Structural Equation Modeling with Amos: basic concepts, applications, and programming. New York: Routledge.

Damásio, B. (2013). Contribuições da Análise Fatorial Confirmatória Multigrupo (AFCMG) na avaliação de invariância de instrumentos psicométricos. Psico-USF, 18(2), p. 211-220.

Dancey, C. P., & Reidy, J. (2019). Estatística sem matemática para Psicologia (7th ed.). Porto Alegre: Penso.

Ferrando, P. J., & Lorenzo-Seva, U. (2018). Assessing the quality and appropriateness of factor solutions and factor score estimates in exploratory item factor analysis. Educational and Psychological Measurement, 78, 762-780. doi: 10.1177/0013164417719308

Field, A. (2009). Descobrindo a Estatística usando o SPSS. Porto Alegre: ArtMed.

Gouveia, V. V., & Soares, A. K. S. (2015). Calculadora de Validade de Construto (CVC). João Pessoa, PB: BNCS/Universidade Federal da Paraíba. Recuperado em janeiro 21, 2017, de http://akssoares.com/psicometria/calculadora-vme-e-cc

Hair, J. F., Black, W, C., Babin, B. J., & Anderson, R. E.  (2018). Multivariate Data Analysis (7th Ed.). New Jersey: Prentice Hall.

Hernández Nieto, R. A. (2002). Contributions to statistical analysis. Mérida: Universidad de Los Andes.

Hutz, C. S., Bandeira, D. R., & Trentini, C. M. (2015). Psicometria. Porto Alegre: ArtMed.

Kline, R. B. (2015). Principles and Practice of Structural Equation Modeling. New York: Guilford Press.

Lloret-Segura, S., Ferreres-Traver, A., Hernández-Baeza, A., & Tomás-Marco, I. (2014). El análisis factorial exploratorio de los ítems: una guia práctica, revisada y actualizada. Anales de Psicología, 30(3), 1151-1169. doi: 10.6018/analesps.30.3.199361

Lorenzo-Seva, U., & Ferrando, P. J. (2013). FACTOR 9.2: A Comprehensive Program for Fitting Exploratory and Semiconfirmatory Factor Analysis and IRT Models. Applied Psychological Measurement, 37(6), 497–498. doi: 10.1177/0146621613487794

Marôco, J. (2014). Análise de Equações Estruturais: Fundamentos teóricos, Software & Aplicações. Pero Pinheiro: ReportNumber.

Muthén, L. K., & Muthén, B. O. (2015). Mplus User’s Guide. Seventh Edition. Los Angeles, CA: Muthén & Muthén

Pacico, J. C. (2015) Como é feito um teste? Produção de itens. In C. S. Hutz, D. R. Bandeira, & C. M. Trentini (Eds.). Psicometria (pp. 55-69). Porto Alegre: Artmed.

Pasquali, L. (2010). Instrumentação Psicológica. Porto Alegre: ArtMed.

Pasquali, L. (2013). Psicometria: teoria dos testes na psicologia e na educação (4th ed.). Petrópolis: Vozes.

Tabachnick, B. G., & Fidell, L. S. (2018). Using Multivariate Statistics (6th ed.). Boston: Pearson.

Timmerman, M. E., & Lorenzo-Seva, U. (2011). Dimensionality Assessment of Ordered Polytomous Items with Parallel Analysis. Psychological Methods, 16(2), 209-220. doi: 10.1037/a0023353

 

PSI02969 – T.E.P.S.I Desafios metodológicos em tempos de pandemia / Edna Ponciano/  2cr 30h

Sexta, 14h-16h.

Crédito: 2

2020.2

A fim de refletir sobre a implementação dos projetos de dissertação e de tese, com ênfase na metodologia, essa disciplina objetiva discutir as dificuldades e as estratégias para realizar a pesquisa em tempos de pandemia. A discussão poderá incluir discentes e professores (orientadores) da pós e convidados, separando as apresentações por métodos e temas afim.
Inicialmente, serão elencados os projetos, procurando organizar as apresentações. Em uma construção conjunta, podemos organizar uma mesa sobre a importância de refletir a respeito da metodologia nesse momento, em que os projetos podem ter que ser, em parte ou completamente, desenvolvidos de modo virtual. Além disso, será organizado um caderno com os textos dos discentes e outros participantes, em um formato a ser pensado durante a disciplina, que constitui o caderno do Seminário, cujo tema nesse ano será o das reflexões metodológicas em tempos de pandemia. A primeira tarefa será a de agrupar os projetos por métodos, convidar os doutorandos que já qualificaram para serem comentaristas, junto com professores convidados, visando à participação da pós como um todo. As atividades síncronas serão compostas pelas discussões, utilizando a Plataforma Zoom. As atividades assíncronas serão relativas à organização e preparo para as discussões.

 

PSI02969 – T.E.P.S.I Descartes e o sujeito da ciência: uma leitura de Discurso do método e Meditações // Ingrid Vorsatz  3cr 45h

PERÍODO: 2020.2 DIA E HORÁRIO DAS AULAS SÍNCRONAS:

EMENTA: A ciência moderna como corte epistemológico com a episteme antiga. Cosmos aristotélico e filosofia escolástica. A dúvida como método: Descartes e o cogito. A problemática da verdade e o Deus enganador. O sujeito da certeza: Descartes e Freud. O campo científico e o descarte do sujeito. O sujeito da psicanálise como correlato antinômico do sujeito da ciência.

AULAS REMOTAS ( ) Síncronas ( ) Assíncronas ( X ) Mistas Datas das aulas síncronas: 19/10, 26/10, 09/11, 16/11, 16/11, 23/11, 30/11, 07/12 e 14/12 de 2020.

Plano de aulas Semana 1 – 13 a 16/10: Três horas de atividades assíncronas. Conteúdo: Introdução à questão da ciência moderna como corte epistemológico com a episteme antiga. Leitura e fichamento do capítulo intitulado Galileu e Platão. In Koyré, A. Estudos de história do pensamento científico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1991, pp.152-180.

Semana 2 – 19/10: Duas horas de aula (síncrona) e duas horas de atividades assíncronas. Conteúdo: A ciência moderna como corte epistemológico com a episteme antiga. Cosmos aristotélico e filosofia escolástica. Discussão e problematização do capítulo de livro lido e fichado pelos estudantes na Semana 1 (atividade síncrona). Atividade assíncrona: estudo dirigido conduzido por duas mestrandas/estagiárias docentes sobre o conteúdo proposto.

Semana 3 – 26/10: Duas horas de aula (síncrona) e duas horas de atividades assíncronas. Conteúdo: A ciência moderna como corte epistemológico com a episteme antiga. Cosmos aristotélico e filosofia escolástica. Atividade assíncrona: Leitura e fichamento do capítulo intitulado Galileu e a experiência de Pisa: a propósito de uma lenda. In Estudos de história do pensamento científico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1991, pp.197-207.

Semana 4 – de 03 a 06/11: Três horas de atividades assíncronas. Conteúdo: A dúvida como método: Descartes e o cogito. Leitura e fichamento de O discurso do método, de René Descartes.

Semana 5 – 09/11. Duas horas de aula (síncrona) e duas horas de atividades assíncronas. Conteúdo: A dúvida como método: Descartes e o cogito. Discussão e problematização de O discurso do método, de René Descartes. Atividade assíncrona: Leitura e fichamento de O discurso do método, de René Descartes.

Semana 6 – 16/11: Duas horas de aula síncrona e duas horas de atividades assíncronas. Conteúdo: A problemática da verdade e o Deus enganador. Discussão e problematização de Meditações metafísicas, de René Descartes. Atividade assíncrona: Leitura e fichamento de Meditações metafísicas, de René Descartes.

Semana 7 – 23/11: Duas horas de aula síncrona e duas horas de atividades assíncronsa. Conteúdo: A problemática da verdade e o Deus enganador. Discussão e problematização de Meditações metafísicas, de René Descartes. Atividade assíncrona: Leitura e fichamento de Meditações metafísicas, de René Descartes.

Semana 8 – 30/11: Duas horas de aula síncrona e duas horas de atividades assíncronas. Conteúdo: O sujeito da certeza: Descartes e Freud. Atividade assíncrona: Leitura e fichamento das lições II e III do livro O seminário livro 11: Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise [1964]. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1988, pp. 23-44.

Semana 9 – 07/12: Duas horas de aula síncrona e duas horas de atividades assíncronas. Conteúdo: O campo científico e o descarte do sujeito. Discussão e problematização da questão. Atividade assíncrona: Leitura e fichamento do artigo de Lacan A ciência e a verdade. In Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998, pp. 869-892. (Obra original publicada em 1966[1965]).

Semana 10 – 14/12: Duas horas de aula síncrona e duas hora de atividades assíncronas. Conteúdo: O sujeito da psicanálise como correlato antinômico do sujeito da ciência. Discussão e problematização do artigo de Lacan A ciência e a verdade. In Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998, pp. 869-892. (Obra original publicada em 1966[1965]).

Atividade assíncrona: leitura (uma hora) e estudo dirigido conduzido por duas mestrandas/estagiárias docentes (uma hora) do artigo O sujeito da psicanálise e o sujeito da ciência – Descartes, Freud e Lacan. Psic. Clin., Rio de Janeiro, vol. 27, n. 2, p. 249-273, 2015. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/pdf/pc/v27n2/13.pdf Atividades de complementação pedagógica: leitura de textos, fichamentos, resenhas, estudo dirigido, fórum de discussão, lives, podcasts. OBS: O período de dez semanas deverá contemplar a carga horária da disciplina  45/3cr

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

Alquié, F. A filosofia de Descartes. Lisboa: Editorial Presença, 1993. (Obra originalmente publicada em 1969).

Descartes, R. O discurso do método. São Paulo: Martins Fontes, 2001. (Obra original publicada em 1637).

Descartes, R. Meditações metafísicas. São Paulo: Martins Fontes, 2000. (Obra original publicada em 1641).

Fernandes, F. L. S. Psicanálise e ciência. In 10 x Freud (Org. Angela Bernardes). Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2005.

Freire, A. B.; Fernandes, F. L. S.; Souza, N. S. A ciência e a verdade – um comentário. Rio de Janeiro: Revinter, 1996.

Koyré, A. Galileu e Platão. In Estudos de história do pensamento científico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1991, pp.152-180. (Obra original publicada em 1973).

Koyré, A. Galileu e a experiência de Pisa: a propósito de uma lenda. In Estudos de história do pensamento científico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1991, pp.197-207. (Obra original publicada em 1973).

Koyré, A. Considerações sobre Descartes. Lisboa: Editorial Presença, 1992. (obra originalmente publicada em 1962).

Lacan. J. O seminário livro 11: Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise [1964]. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1988, pp. 23-44.

Lacan, J. A ciência e a verdade. In Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998, pp. 869-892. (Obra original publicada em 1966[1965]).

Vorsatz, I. O sujeito da psicanálise e o sujeito da ciência – Descartes, Freud e Lacan. Psic. Clin., Rio de Janeiro, vol. 27, n. 2, p. 249-273, 2015. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/pdf/pc/v27n2/13.pdf

 

PSI02969 – T.E.P.S. I Dobrando a dobra: sobre o conceito de Gilles Deleuze/

Anna Uziel e Jimena Hernandez// 3cr 45h

Dia: terça-feira Horário: 14:30

Ementa: O conceito de dobra de Gilles Deleuze. Pesquisas que dobram o conceito.

Programa – Outubro

13 Apresentação do curso e das intenções + chuva de ideias + discussão do trecho: “Acabo de escrever um livro sobre um grande filósofo chamado Leibniz e insistindo em uma noção que me parece importante nele, mas que é muito importante para mim: a noção de dobra. Considero que fiz um livro de filosofia sobre essa noção, um pouco estranha, de dobra. O que me acontece depois? Recebo cartas, como sempre, há cartas insignificantes, mesmo se são encantadoras e calorosas, e me toquem muito. São cartas que me dizem, muito bem… são cartas de intelectuais que gostaram ou não do livro. E então recebo duas cartas, dois tipos de cartas, em que esfrego os olhos… Há cartas de pessoas que dizem: “Mas sua história de dobra, somos nós”. E percebo que são pessoas que fazem parte de uma associação que agrupa 400 pessoas na França, hoje, e deve crescer. É a associação de dobradores de papéis, eles têm uma revista, me enviam a revista e dizem: “Concordamos totalmente, o que você faz é o que fazemos”. Digo para mim: isso eu ganhei. Recebo outra carta, e falam da mesma maneira e dizem: “A dobra somos nós”. É uma maravilha. Primeiro isso lembra Platão, porque em Platão… os filósofos, para mim, não são pessoas abstratas, são grandes escritores, grandes autores bem concretos. Em Platão há uma história que me enche de alegria, e está ligada ao início da filosofia, voltaremos a isso depois. O tema de Platão é: ele dá uma definição, por exemplo, o que é o político? O político é o pastor dos homens, e sobre isso há muita gente que diz: o político somos nós, por exemplo, o pastor chega e diz: visto os homens, logo sou o verdadeiro pastor dos homens. O açougueiro diz: alimento os homens, sou o pastor dos homens. Os rivais chegam… Tive esta experiência, os dobradores de papéis chegam e dizem: a dobra somos nós. Os outros, que me enviaram o mesmo tipo de carta, é incrível, foram os surfistas. À primeira vista não há relação alguma com os dobradores de papéis. Os surfistas dizem: “concordamos totalmente, pois, o que fazemos? Estamos sempre nos insinuando nas dobras da natureza. Para nós, a natureza é um conjunto de dobras móveis. Nós nos insinuamos na dobra da onda, habitar a dobra da onda é a nossa tarefa”. Habitar a dobra da onda e, com efeito, eles falam disso de modo admirável. Eles pensam, não se contentam em surfar, eles pensam o que fazem”. O ABECEDÁRIO DE GILLES DELEUZE, p. 9

20 Texto Escola pública e comunidade. Relações em d’obras, de Nair Iracema Silveira dos Santos

27 Texto A dobra deleuziana: políticas de subjetivação, de Rosane Silva

Novembro

03 Texto a. Gilles Deleuze e Félix Guattari: Biografia cruzada, de François Dosse. Cap. 24: Deleuze dialoga com a criação.

10 Textos a. Conversações, de Deleuze. Cap. IV: Filosofia b. O vocabulário de Deleuze. François ZOURABICHVILI

17 Textos a. A dobra Deleuze-Foucault, de Catarina Pombo Nabais b. Foucault, de Deleuze

24 Textos a. Leibniz e o barroco, de Gilles Deleuze. Dobra. b. Lógica do sentido: uma introdução ao Leibniz de Deleuze, de William Piaui.

Dezembro

08 Texto a. As dobras semióticas do ciberespaço: da web visível à invisível, de Silvana Monteiro e Marcos Vinicius Fidencio

T.E.P.S.I   Interlocuções com Anemarie Mol: TAR, cuidado e psicologia

45h 3cr   Tópicos especiais em Psicologia Social PPGPS –2020.2 :

Profs: Ronald Arendt (UERJ);  Laura C. T. Quadros (UERJ)

2as feiras às 14:30

Objetivo: Discutir a noção de cuidado a partir de Anemarie Mol e seus desdobramentos na psicologia pelo viés da Teoria ator-rede

Ementa: O cuidado em Anemarie Mol. A dimensão sensível da experiência. Interlocuções com a a Psicologia pelo viés da  TAR

CRONOGRAMA

DIA 19 –  Texto Política ontológica

DIA 26   –  Texto Contribuições de Annemarie Mol para Psicologia Social

NOVEMBRO

DIA 2 –  Feriado

(sugestão assíncrona  – Filme “As neves do Kilimanjaro – Filme francês, não confundir com a versão americana dos anos 50 baseada na obra de E. Hemingway Link https://www.youtube.com/watch?v=vuMusDrlLmE&t=10s

DIA 9 –  A lógica do Cuidado

DIA 16 –A lógica do Cuidado

DIA 23 Texto  Chupar Frutas em Salvador

Dia 30 – Texto Clafoutis

DEZEMBRO

Dia 07 – Entrevista com Mol

Dia 14 – Práticas de cuidado- encerramento.

Bibliografia

LAW, J. After method: an introduction – Interlude: notes on empiricism and autonomy. In: ______. (Org.). After Method – mess in social science research. London and New York: Routledge, 2004, p. 1-16.

MOL, A. Clafoutis as a Composite : On Hanging Together Felicitously  in LAW,J. RUPERT,E.  Modes of Knowing , Manchester, Mattering Press, 2016

MOL, A. (2008). The logic of care: Health and the problem of patient choice. London: Routledge.

MORAES, M., & ARENDT, R.J.J. (2013). Contribuições das investigações de Annemarie Mol para a psicologia social. Psicologia em Estudo18(2), 313-321. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/pe/v18n2/a12v18n2.pdf

QUADROS, L.C.T.. CUNHA, C.C.; UZIEL, A. P Acolhimento psicológico e afeto em tempos de pandemia: práticas políticas de afirmação da vida  . Psicol. Soc. vol.32  Belo Horizonte  2020  Epub Sep 04, 2020https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-71822020000100415

VAN DE PORT, M.  MOL, A. Chupar frutas in Salvador da Bahia: a case of practice-specific alterities , Journal of the Roya Anthropological Institute(N.S.)21, 165-180, 2015

 

PSI02969 – T.E.P.S.I Pensamento Social II // Ricardo Vieiralves// 9:30h 3cr 45h

Ementa:

A partir das produções culturais populares de brasileiros sobre o Brasil, especialmente a que considera a identidade e o comportamento social, estabelecer articulações entre história social e psicologia social. As abordagens teóricas da psicologia social estão referidas aos conceitos de imaginário social, representações e memória social. As produções culturais populares serão tematizadas nos seguintes aspectos: o folclore ( ou a descrição do outro); as expressões religiosas; os ritos e as festas populares; a literatura popular.

PSI02969 – T.E.P.S.I Politicas de escrita: desafios dos trabalhos de campo /3cr -45h

Professora: Alexandra Cleopatre Tsallis

4a feira às 10:00

Ementa:

A experiência da escrita como processo de criação e instauração de operadores ético-políticos para afirmar existência singulares, plurais e coletivos. A experiência da escrita, como ato político e de criação, possibilita tornar visível o invisível, audível o inaudível, dizível o indizível, pensável o impensável; possibilita a produção e apropriação de sentidos para lutar e construir formas de vida ética, estética e politicamente referenciadas.

Objetivo:

Domínio crítico de proposta teórico-metodológica de escrita em Teoria Ator-rede em suas ressonâncias para o campo de pesquisa em Psicologia Social.

Metodologia:

A disciplina será plantada nos encontros síncronos em plataforma digital (o link será enviado para o mail das pessoas inscritas) e cultivada, com alegria, nas atividades assíncronas de leitura dos textos escolhidos e  de escrita dos textos inventados.

Avaliação:

Trabalho de escrita coletiva.

Programa:

Unidade 1 Política de escrita: ressonâncias conceituais

Para que escrever?

Unidade 2 : Políticas de escrita: ressonâncias metodológicas

O que é escrever em um laboratório?

Unidade 3 Políticas de escrita: ressonâncias ético-estéticas

O que acontece quando escrevemos?

Referências Bibliográficas

ANZALDÚA, G. (2005). La conciencia de la mestiza: rumo a uma nova consciência. Rev. Estud. Fem., Florianópolis , v. 13, n. 3, p. 704-719.

ANZALDÚA, G. (1980/2000). Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo. Em Estudos Feministas 8, número 1. Disponível em https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/9880

ARENDT, R. J. J. (2016). Escrita como Laboratório. Rev. Polis Psique,  Porto Alegre ,  6(1), 28-38. Recuperado em 14 de fevereiro de 2019, de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2238-152X2016000100003&lng=pt&nrm=iso

ARENDT, Ronald João Jacques. Enfim: e a tua Psicologia, como é, e pra quê? Em

FERREIRA, Artur Arruda Leal; FREIRE Letícia de Luna; MORAES, Marcia;

ARENDT, Ronald João Jacques (Orgs.). Teoria Ator-rede e Psicologia. (pp. 24-43).

Rio de Janeiro: Nau, 2010.

BECKER, H. (2015). Truques da escrita. Rio de Janeiro : Zahar.

Bondía, J. (2002).  Notas sobre a experiência e o saber de experiência.  Revista  Brasileira de Educação, (19), 20-28. Recuperado em 23 de julho de 2018, de http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n19/n19a02.pdf

BONAMIGO, Irme Salete. A teoria Ator-Rede como dispositivo teórico-etodológico de análise da produção de violências na contemporaneidade. Em FERREIRA, Artur Arruda Arruda Leal; FREIRE Letícia de Luna; MORAES, Marcia; ARENDT, Ronald João Jacques (Orgs.). Teoria Ator-rede e Psicologia. (pp. 164-179). Rio de Janeiro: Nau, 2010.

COSTA, Carlos Alberto Marconi; VIÉGAS, Marcelo Nuñez. Para além da tolerância:

seguindo a construção de mundos comuns. Em FERREIRA, Artur Arruda Leal;

FREIRE Letícia de Luna; MORAES, Marcia; ARENDT, Ronald João Jacques (Orgs.). Teoria Ator-rede e Psicologia. (pp. 234-255). Rio de Janeiro: Nau, 2010.

DESPRET, Vinciane. Dossiê Despret. Fractal: Revista de Psicologia, 23(1), 5-82,2011.

FAVERO, S. R. (2020). Pesquisando a dor do outro: os efeitos políticos de uma escrita situada. Em Pesquisas e Práticas Psicossociais, 15(3), e-3518. Disponível em http://www.seer.ufsj.edu.br/index.php/revista_ppp/article/view/e3518/2397

FAVERO, S. R. (2020). Por uma ética pajubariana: a potência epistemológica das travestis intelectuais. Equatorial, 7, número 12. Disponível em https://periodicos.ufrn.br/equatorial/article/view/18520

FAVRET-SAADA, J. (2005).  Ser afetado (tradução de Paula de Siqueira Lopes). Cadernos de Campo, 13(13),  155-161. doi: https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v13i13p155-161.

GOLDMAN, M. (2005). Jeanne Favret-Saada, os afetos, a etnografia. Cadernos de Campo, 13(13). p. 149-153. doi: https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v13i13p149-153.

HARAWAY, D. (1995). Saberes localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Cadernos Pagu, (5), 7-41. Recuperado em 20 de março de 2019, de https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/1773.

LATOUR, B. (2020). Imaginar gestos que barrem o retorno da produção pré-crise. Disponível em http://www.bruno-latour.fr/sites/default/files/downloads/P-202-AOC-03-20-PORTUGAIS_2.pdf

_______. (2015). Faturas/Fraturas: da noção de rede à noção de vínculo. Ilha Revista de Antropologia17(2), 123-146, dez. doi: https://doi.org/10.5007/2175-8034.2015v17n2p123.

______. Cogitamus – seis cartas sobre as humanidades científicas. São Paulo, Editora

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LATOUR, Bruno. Introdução. Em Reensamblar lo social: una

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LATOUR, Bruno. Um coletivo mais ou menos articulado. Em LATOUR, Bruno.

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LATOUR, Bruno. A esperança de Pandora. São Paulo: Edusc, 2001.

LATOUR, Bruno, & WOOLGAR, Steve. A vida de laboratório: a produção dos fatos

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LAW, John. Making a mess with method. 2003. Disponível em:

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MORAES, Marcia. PesquisarCOM: política ontológica e deficiência visual. Em M.

Moraes, & V. Kastrup (Orgs.). Exercícios de ver e não ver: arte de pesquisa COM

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MORAES, Marcia. O conhecimento científico: da epistemologia ás redes sociotécnicas. Em Arquivos Brasileiros de Psicologia: psicologia e construção do conhecimento na atualidade. 52(3), pp. 76-88, 2000.

PEDRO, Rosa. Sobre redes e controvérsias ferramentas para compor cartografias

Psicossociais. Em FERREIRA, Artur Arruda Leal; FREIRE Letícia de Luna;

MORAES, Marcia; ARENDT, Ronald João Jacques (Orgs.). Teoria Ator-rede e

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SARAMAGO, José. O conto da ilha desconhecida. São Paulo: Companhia das letras,1999.

SERRES, Michel. Eclaircissements: entretiens avec Bruno Latour. Paris: Flammarion,1994.

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STENGERS, Isabelle. Ironia ou humor? Em STENGERS, Isabelle. A invenção das

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Programa de Pós-graduação em Psicologia Social

Anna Paula Uziel – Coordenadora do PPGPS

Laura Cristina de Toledo Quadros – Coordenadora Adjunta do PPGPS
 

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